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Marca de cuecas aposta em campanha com homens gordos, magros, gays, ht…

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Luis Gabriel Gonzalez-Castro, 40; James Andrew Vickery, 23; Daniel Leo Stanley, 30; Austyn Farrell, 25; Austin Armacost, 30; Scott Keith, 35; James Slevin, 25; Christopher Paul Barnes, 43; Jay Kamiraz, 39; Dexter Montgomery, 18; and Jordan James, 21

A mais nova marca de cuecas Surge, que tem sede no Reino Unido, lançou na última semana uma campanha de estreia para ressaltar vários corpos de homens. E incluiu diversos modelos, sendo eles gay, hétero, gordo, magro… Para personificarem o “homem comum”.

Todos eles posaram em fotos separados e juntos, trazendo premissa similar de outras propagandas de roupas íntimas: a de que a peça é para todos os homens, inclusive em suas especificidades.

Um dos diretores da marca é o modelo gay Austin Armacost. “Nós estamos nesse projeto há mais de um ano e desde o primeiro dia decidimos que a marca seria inclusiva. Não queremos desprezar ninguém. homens com músculos, magrinhos, gordos, queremos que todos se sintam sexy e confiantes. Cada pessoa é linda e isso precisa ser mais celebrado”.

Daniel Leo Stanley, de 30 anos, também é gay e aparece na obra. Ao comentar sobre as expectativas em relação ao corpo, ele diz: “Geralmente há uma pressão para perder peso e ser musculoso. Eu tento ignorar isso e viver com meu corpo naturalmente com seu tamanho e forma”, declarou.

Já o jovem Dexter Montgomery, de 18, afirma que se sentiu mais confiante com o próprio corpo depois de passar por uma operação no peitoral. “Estou aceitando muito mais o meu corpo e vou continuar sendo uma bad bitch. Hoje, eu amo as minhas pernas e a cor do meu cabelo”. Ele afirma que as redes sociais fazem as pessoas quererem se olhar de determinada maneira, mas que ao mesmo tempo há relatos de positividade corporal que são positivos. “Muitas mudanças ainda precisam ser feitas”.

No comunicado, a campanha afirma que não almeja ter uma pressão para que pessoas tenham que ser de determinado padrão para serem tidos como desejáveis. “Números mostram que homens internados com distúrbios alimentares aumentaram em 70% nos últimos seis anos, e encaminhados para tratamento para mais de 40% em dois anos. Esperamos mudar isso”.

Confira as fotos:

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