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Muita fofura! Artistas e ativistas trans mostram fotos de quando eram crianças

famosas
No feriado do dia 12 de outubro foi comemorado em todo o Brasil o Dia das Crianças. E, para celebrar a data, diversos ativistas e artistas trans e travestis decidiram relembrar do tempo em que eram crianças.

As cantoras Liniker, Pepita, Pamela Belli, a atriz Gabriela Loran e o chef Thales Alves (que participa do MasterChef Profissionais, da Band) foram algumas das pessoas trans famosas que publicaram fotos de suas infâncias nas redes sociais.

Mas o que ainda hoje passa uma criança que se descobrirá pessoa trans no futuro? Os relatos de quem já passou essa fase são diversos. Há muitas que conseguiram driblar as imposições de gênero e ter uma infância feliz. Há tantas outras que ainda hoje são invisibilizadas e passam por muitas violações.

O NLUCON aproveitou para incluir no Instagram a hashtag #CriançaTrans, uma maneira de lembrar a nossa sociedade que pessoas trans adultas já foram crianças. E que essas continuam crianças existindo e que merecem afeto, respeito e acolhimento. Nunca o preconceito, agressão e exclusão.

Confira e reflita:  

Pepita, cantora

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (4)
“Como é bom saber que o espírito de criança , o espírito infantil , o espírito da doçura e do amor ainda continua na minha alma , e em meu coração .” Espero que essa essência nunca saia de mim , nem de vocês 💖 Feliz dia das crianças”

Liniker, cantora

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (5)
“Já me perguntaram se eu tinha preenchimento na boca. Óbvio que eu ri. Tá aí a prova que desde sempre eu tive lábios de mel. Uma linda bebezuxa”.

Roberta Close, modelo

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (6)
“Quando eu era criança diziam que se a gente passasse debaixo de um arco-íris virava mulher. Eu vivia procurando um arco-íris”.

Thales Alves, chef de cozinha

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (7)
“Feliz dia das crianças para todas as pessoas que já foram/são crianças do Brasil.
Se eu fui uma criança feliz? Claro que fui!”

Leandrinha Du Art, escritora, fotógrafa

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (8)
“O menino referência hoje se tornou mulher símbolo, de força, superação, determinação, coragem e luta. Com unhas e dentes nunca abri mão de brigar pela dita minoria , me pus à linha de frente da guerra pelo meus ideias e pelo meus pares! Nessa loucura me tornei símbolo de beleza, vaidade, estilo, sensualidade, pois é, quem diria que corpos iguais o meu chegassem ate aqui. Respeitada, amada e cercada de colegas, fãs e amigos, ao mesmo tempo alvo do ódio por muitos que se incomodam com o barulho que meu corpo por si só faz, por pensar poderosamente bem, pelo fato de não seguir as normas imposta por uma sociedade ainda machista, retrograda, lgbtfobica. Não sou um jogo de dominó enfileirado, sou mulher opinião forte, decidida e hoje cheia de mim. Porque um dia fui um menino que ainda cedo teve que tomar grandes decisões sozinho, que lutei pela minha vida para que meu corpo fosse reconhecido”.

Leonardo Peçanha, professor de educação física

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (9)
“Sempre fui bolinha!😍❤”

Gabriela Loran, atriz

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (10)
“Feminina”

Leila Pádua, modelo

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (11)
“Me tornei a mulher bonita que sempre sonhei”

João W. Nery, escritor

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (12)
“Eu me identificava muito com o Pinóquio, não pela mentira, mas por ele ser um menino no corpo de um boneco de pau. E, assim como eu me sentia, tudo o que ele desejava na vida era ser um menino de carne e osso. E também me identificava com o Peter Pan, que não queria crescer. E ele voava e, ah, voar era um dos meus sonhos… Meus sonhos maiores eram ser um super-herói, casar com uma princesa e ser pai.

Pamela Belli, cantora

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (13)
“The category is KIDS 🎊💅🏾”

João Maria Kaisen, vocalista

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (1)
“Saudade da minha bola quadrada”

Alicia Pietá, atriz

Alicia Pietá
“Era 1989. Eu tinha desejos repreendidos. Não se falava sobre homossexualidade e muito menos sobre transexualidade. Queria ter cabelão como as dançarinas de lambada, como as atrizes que via na TV. Sabia que não podia, por isso criava uma ‘vida paralela’, onde eu era Alicia”.

Ana Vitória, militante

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (15)


Leoni Albuquerque, DJ

Leoni Albuquerque
“O doce da vida são as lembranças ❤ “

João Felipe Damico

1525 Walnut Street, Hattiesburg, MS (2)
“Foi depois que eu cresci que me tornei um verdadeiro neném”.
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