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Família reabre caso da morte da cantora trans La Veneno por indícios de assassinato

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Cristina Ortiz era conhecida como La Veneno

A família da cantora trans Cristina Ortiz, mais conhecida como La Veneno, decidiu reabrir o caso de sua morte, dois anos depois. Eles acreditam que há fortes indícios de que a artista não apenas caiu durante o banho e bateu a cabeça, como aponta a autópsia e encerraram as investigações, mas que foi brutalmente assassinada.

La Veneno morreu no Hospital Universitário de La Paz, em Madri, dias depois de ter sido encontrada inconsciente em sua casa. Ela ficou dias em coma. A autópsia determinou que a causa da morte foi um golpe na cabeça ocasionada por uma queda. Os policiais declararam que ela teria caído após beber álcool com vários ansiolíticos e encerraram o caso.

Porém a irmã Mari Pepa Ortiz revelou à revista Corazón que acaba de exigir outro relatório. Ela diz que as causas da morte ainda são confusas, porque fontes apontaram que ela teria sido brutalmente espancada em sua casa e que o namorado a encontrou com várias contusões no corpo, além do ferimento na cabeça. Ela aponta que houve irregularidades na autópsia e que detalhes que poderiam provar o assassinato foram ignorados.

Por trás do novo documento está o forense Luis Frontela, que detalhe que a morte foi violenta e que La Veneno tentou se defender. Ele diz que as imagens levadas mostraram hematomas no lábio inferior, bochecha direita e extremidades inferiores. O crime ocorreu um mês depois em que lançou a biografia “Digo: Nem Puta, Nem Santa”, em que revelou muitos homens famosos com quem se relacionou. Ela declarou em entrevista que várias pessoas não foram mencionadas, porque ela temia ser assassinada.

“Cristina pediu socorro horas antes que a matassem. A morte da minha irmã não é um circo, é uma morte que aconteceu de forma terrível e com muita crueldade. A polícia tem que dar explicações. Temos esperança na Justiça”, declarou Mari.

La Veneno foi uma artista e musa espanhola. Ela atuou em talk shows nos anos 90, como o de Pepe Navarro, como “Hoje à noite cruzamos o Mississipi” e “La Sonrisa del Pelícano”. Ela também lançou dois singles: “Poison for your skin” e “The rap of La Veneno”e atuou em filmes adultos. Sua vida pessoal também foi bastante explorada pela imprensa. O Conselho Distrital de Moncloa-Aravaca de Madri instalou uma placa em homenagem a La Veneno um ano após sua morte.

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